Criminal Minds T9E12 | Em análise

Fora de Série: episódio 33

Criminal Minds – 9×12 “The Black Queen”

Já era sabido que a temporada nove iria dar especial atenção ao passado da nossa equipa preferida do FBI e este “The Black Queen” não desiludiu com o destaque à história de Penelope Garcia como hacker. Os primeiros minutos do episódio foram particularmente hilariantes. Primeiro, tivemos o flashback de Garcia numa versão gótica, algemada a uma mesa de interrogatório, a quem só restavam duas opções: juntar-se à equipa da BAU ou ser acusada formalmente pelos crimes informáticos que tinha cometido. Depois, com o regresso ao presente, tivemos o seminário de assédio sexual, no qual foram destacadas aquelas expressões carinhosas com que Morgan e Garcia se tratam mutuamente… para embaraço da nossa “baby girl”.

CM1

Adicionalmente, nestes breves minutos iniciais, a equipa de argumentistas lembrou-se de pormenores já referidos noutras temporadas de CM (já sabíamos, por exemplo, que Garcia era uma hacker, que teve um período gótico e que entregou o CV a Hotch numa folha cor-de-rosa). Mas também existiram alguns problemas de continuidade. Afinal, no episódio 3×19 “Tabula Rasa”, um flashback mostrou-nos o primeiro momento entre Garcia e Morgan… e não foi nada como o que foi apresentado agora.

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Foi, no geral, um episódio condimentado por bons momentos de humor e centrado no percurso que Garcia fez, desde uma hacker que se deixava influenciar por Shane (interpretado por Paulo Costanzo) até à figura colorida e confiante que é hoje. E aquela entrada na sala dos hackers, ao som de “Bootylicious” das Destiny’s Child, foi absolutamente triunfal. Poderosa!

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O caso em si (relacionado com o homicídio das prostitutas) foi mais fraquinho do que o habitual, talvez devido à escolha de dar relevo ao passado de Garcia e não tanto ao Unsub. De qualquer das formas, foi óptimo darem mais tempo de antena à nossa pequena ‘génia’ dos computadores.

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