Um verdadeiro mestre da arte de contar história, Christopher Nolan tem conseguido angariar uma larga legião de fãs ao longo dos seus mais de 30 anos de carreira. Durante este tempo, o cineasta conseguiu, sem igual, quebrar a barreia entre o cinema de autor e o blockbuster.
Através de obras como “A Origem“, “Interstellar” e “Oppenheimer“, Nolan conseguiu reunir nas salas de cinema não só os fãs de histórias intimistas, mas também os apaixonados pelo espetáculo. Agora, um dos seus filmes mais sobrevalorizados acaba de marcar a sua estreia na televisão nacional.
Qual a história de Dunkirk?

O filme segue os soldados aliados da Bélgica, da Comunidade Britânica e do Império Britânico e da França após serem cercados pelo exército alemão e evacuados durante uma batalha feroz na Segunda Guerra Mundial.
Baseado num momento importante da história da humanidade, “Dunkirk” conquistou 8 nomeações aos Óscares, vencendo mesmo 3 estatuetas. Estes Óscares celebraram os aspectos técnicos do filme, como a Montagem, Edição de Som e Mistura de Som.
Além disso, “Dunkirk” conta ainda com um elenco recheado de talento. O filme junta assim Tom Hardy, Mark Rylance e Cillian Murphy, bem como Barry Keoghan e Kenneth Branagh, entre muitos outros.
Quando e onde posso ver o filme de Christopher Nolan?
A celebrada obra realizada por Christopher Nolan chega à televisão portuguesa já esta semana através do Canal Hollywood. O filme tem exibição marcada para o dia 10 de dezembro, pelas 7h30. Além disso, o canal apresenta ainda “O Terceiro Passo”, com exibição no dia 9 de dezembro, pelas 7h05.
No entanto, caso não tenhas oportunidade de assistir ao filme no canal, “Dunkirk” está ainda disponível no streaming. Assim, o filme encontra-se na HBO Max, mas também na Prime Video. Além disso, pode ainda ser comprada ou alugada via Amazon Prime Video, Apple TV e Rakuten TV.
O que diz a crítica do filme?

O filme acumulou uns impressionantes 92% de aprovação na plataforma Rotten Tomatoes. “É uma adição emocionante ao cânone dos filmes de guerra que definitivamente merece atenção, e algumas das imagens são eletrizantes” refere Rex Reed, do Observer.
Por fim, Kenneth Turan, da Los Angeles Times, constata que “Íntimo e épico, tão emocional quanto cheio de tensão, está a ser alardeado como uma mudança para o brilhante cineasta Christopher Nolan, mas, na verdade, a razão pela qual é tão bem-sucedido é que é tudo menos isso”.

