Maestro Nuno de Sá por João Vasco © Lisbon Film Orchestra

Lisbon Film Orchestra | Entrevista ao maestro Nuno de Sá

A Magazine.HD esteve mais uma vez à conversa com o maestro Nuno de Sá que estará à frente do próximo grande espectáculo do Lisbon Film Orchestra, a decorrer nos dias 7 e 8 de dezembro!

Dirigida pelo maestro Nuno de Sá, a Lisbon Film Orchestra conta com 56 músicos, e 2 cantores convidados. Aos dias de hoje, é a primeira e única orquestra portuguesa que dedica exclusivamente a tocar as grandes bandas sonoras dos filmes e séries favoritos do públicos, enchendo sempre qualquer sala de espectáculos por onde passem. A MHD esteve à conversa com ele sobre as novidades que esperam o novo espectáculo.

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Magazine.HD: Pode partilhar connosco as principais novidades deste ano?

Maestro Nuno de Sá: Este ano o alinhamento terá muitas novidades. Iremos tocar pela primeira vez temas dos filmes: “The Greatest Showman”, “Rocketman”, “Boehmiam Rhapsody”, o grande sucesso português “Variações”, “A Star is Born”, “O fabuloso Destino de Amelie Poulin”, entre muitos outros. Será um espetáculo de emoções, para toda a família. Todos os anos queremos que o LFO Live seja uma surpresa e este ano não será diferente. O público brindou-nos com um Campo Pequeno esgotado em 2018, logo este ano a responsabilidade é muito maior.

MHD: Se pudesse eleger três dos melhores compositores de bandas sonoras originais dos nossos tempos, quais seriam?

MNS: Sem dúvida seriam: John Williams, Alan Silvestri e Hans Zimmer. Mas faço questão de mencionar o nosso compositor português Nuno Maló (“Amália”, “Contraluz”, “São Jorge” ou “Pátio das Cantigas”). Ele faz um trabalho incrível, e a LFO sempre que pode, faz questão de tocar a sua música

MHD: Tudo somado quanto tempo leva a preparar e ensaiar um número novo dos vossos concertos?

MNS: Desde o momento de ter a ideia, a organizá-la, produzi-la e ensaiá-la artisticamente estamos a falar de cerca de 2 meses.

MHD: Os vossos concertos esgotam. Parece-lhe haver verdadeiramente um público de bandas sonoras em Portugal, ou é sobretudo o imaginário cinéfilo que atrai o vosso (imenso) público ?

MNS: Sou de opinião que o público gosta de bandas sonoras. O poderem ver ao vivo aquilo que só ouvem nos filmes ou séries, permite ter uma experiência diferente. Pois ao verem uma orquestra a tocarem a sua banda sonora favorita permite a quem ouve, aceder a memórias de quando viram aquele filme pela primeira vez.

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Ângela Costa

Mestre em Cinema pela Universidade da Beira-Interior, sou apaixonada pelo cinema japonês e toda a cultura que o envolve. Adoro igualmente fotografia e se tiveres curiosidade passa no meu Instagram ;) Música e videojogos são dois outros grandes interesses.

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