© taniavolobueva via Shutterstock, ID 673796986

Português Miguel Castro Freitas destaca-se no Met Gala com o vestido mais ousado da noite

O evento mais exclusivo e influente do mundo da moda está de regresso. A noite do Met Gala representa o ponto de encontro entre celebridades, designers e figuras da cultura pop que ajudam a definir as tendências da “haute couture”.

Assim, o Metropolitan Museum of Art, em Nova Iorque, volta a receber o evento que promove a fusão entre arte e moda. O tema deste ano foi “Costume Art”, onde Beyoncé foi a grande figura da noite, acompanhada pela filha Blue Ivy e pelo marido, Jay-Z.

Pub

A ousadia de Emma Chamberlain, com assinatura de Miguel Castro Freitas

 

Ver esta publicação no Instagram

 

Uma publicação partilhada por Vogue Portugal (@vogueportugal)

Desde logo, o destaque vai para Emma Chamberlain, que deu vida a um “quadro vivo” através do seu corpo. Trata-se de uma criação do designer português Miguel Castro Freitas, atualmente responsável pela direção criativa da marca Mugler. A peça fazia sobressair a escultura corporal, repleta de cor, difundindo-se como tinta numa tela.

Pub

Simultaneamente, Beyoncé foi um dos nomes que mais se destacou na escadaria. A cantora surgiu com uma capa de plumas de dez metros, acompanhada por um vestido de brilhantes com disposição de esqueleto. A criação foi assinada por Olivier Rousteing, que culminava num visual com coroa.

Lê Também:
Met Gala 2026 une moda e arte com regras exclusivas e estas celebridades como co-anfitriãs

Logo depois, a red carpet encerrou com Rihanna e o seu marido, A$AP Rocky. A artista surgiu com um fato sob medida da Maison Margiela, criado pelo diretor criativo Glenn Martens. O visual inspirava-se na arquitetura medieval da região norte da Bélgica, país natal do estilista.

Pub

A estrela da noite foi Heidi Klum

 

Ver esta publicação no Instagram

 

Uma publicação partilhada por Heidi Klum (@heidiklum)

A modelo já nos habituou a looks “fora da caixa” quando chega a época do Halloween. Heidi Klum já apareceu como Medusa, E.T. ou até como minhoca. É, por isso, considerada a rainha das transformações realistas. Desta vez, decidiu levar essa criatividade até à escadaria do Met Gala.

Pub

Num look criado à medida por Mike Marino, a modelo transformou-se numa estátua viva, inspirada na escultura “Veiled Vestal”, de Raffaelle Monti. A sua performance tem sido muito elogiada nas redes sociais, sobretudo pela aparência extremamente realista. Os detalhes criavam a ilusão de um véu delicado, destacando-se ainda o adereço na cabeça, repleto de elementos florais, que completavam o visual.

Menções honrosas para Bad Bunny, Madonna e Sabrina Carpenter

Entretanto, o cantor Bad Bunny surgiu na escadaria com um look que apresentava uma versão mais envelhecida de si próprio. Para o efeito, foram utilizadas próteses e maquilhagem, também assinadas por Mike Marino.

Pub

Além disso, o evento contou com a presença de Nicole Kidman e Venus Williams como co-anfitriãs, assim como Anthony Vaccarello e Zoë Kravitz, Doja Cat, Gwendoline Christie, Lauren Sánchez Bezos, Katy Perry, Lisa do Blackpink, entre outros nomes.

Por outro lado, Madonna – que prepara o seu regresso às pistas de dança com o álbum “Confessions II” – levou ao evento um look desenhado por Anthony Vaccarello, exclusivo da Yves Saint Laurent. Inspirado na pintura “The Temptation of St. Anthony”, da artista Leonora Carrington, o visual era composto por um véu que emoldurava a sua silhueta, acompanhado de um chapéu em forma de navio que simulava uma tempestade em alto mar.

Pub

Já Sabrina Carpenter desfilou na escadaria com um vestido da Dior, feito à medida por Jonathan Anderson. O look prestava homenagem ao filme “Sabrina”, de 1954, protagonizado pela icónica Audrey Hepburn. O vestido cobria o corpo da cantora, onde se podiam observar imagens da obra cinematográfica.


About The Author


Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *