Guy Ritchie voltou a acertar em cheio. A segunda temporada de “The Gentlemen: Senhores do Crime” estreou na Netflix nesta quinta-feira, 3 de setembro de 2026. Já lidera!
Não precisou de mais de 48 horas para se tornar na produção mais vista da plataforma tanto em Portugal como a nível global, confirmando o apetite do público por este universo criminoso construído à volta de aristocracia, drogas e humor negro britânico.
O que conta esta nova temporada

Passou um ano desde que Eddie Horniman, interpretado por Theo James, aceitou o papel de herdeiro relutante do vasto património da família aristocrata.
Agora, depois de unir forças com Susie Glass, interpretada por Kaya Scodelario, e com o pai desta, Bobby Glass, interpretado por Ray Winstone, Eddie descobre que liderar o submundo do crime lhe assenta como um fato feito à medida. Além disso, Bobby continua a gerir os negócios a partir de uma cela de prisão surpreendentemente confortável.
Segundo o argumentista principal e produtor executivo Matthew Read, esta temporada pretende mostrar Eddie a expandir o alcance do seu império criminoso, ao mesmo tempo que testa a relação de confiança com Bobby, o homem para quem passou a trabalhar.
À medida que o negócio cresce para além-fronteiras, as decisões cada vez mais imprudentes de Bobby colocam tudo em risco. Por isso, Eddie e Susie têm de decidir se devem intervir ou arriscar perder tudo o que construíram.
A 24 de agosto de 2026, apenas nove dias antes da estreia dos novos episódios, a plataforma confirmou oficialmente uma terceira temporada, com Guy Ritchie a assumir novamente a realização.
O que diz a crítica?
Até ao momento, segue com uma avaliação de 83% no Rotten Tomatoes, ligeiramente superior aos 79% da primeira temporada.
“A segunda temporada é mais sombria do que a primeira. É também menos engraçada”, aponta o The Daily Telegraph.
“Trata-se de uma série demasiado apaixonada pela carnificina, pelas piadas sarcásticas, pela cinematografia luxuosa e pela montagem acelerada para conseguir manter qualquer profundidade ou seriedade por muito tempo”, assinala o The Times.

