A atriz portuguesa Joana Ribeiro estreia-se no universo DC com “Clayface”. O filme chega hoje, 22 de outubro, aos cinemas portugueses.
Na longa-metragem- Joana Ribeiro é Mia, a mulher que desencadeia a tragédia do protagonista. A personagem tem pouco tempo de ecrã, mas deixa marca na história.
Qual é a história de Clayface?

“Clayface” segue Matt Hagen, um ator nascido nos bairros pobres de Gotham que chega a Hollywood e recebe uma nomeação para os Óscares. Numa noite de celebração, Matt conhece Mia no clube Vesuvius. Mia é namorada de Markos Szabo, um mafioso que manda em Gotham. O amigo Corey avisa Matt, mas Matt ignora o aviso. Szabo vinga-se e desfigura-lhe o rosto. Depois, lança uma campanha de difamação que lhe destrói a carreira. Desesperado, Matt recorre à cientista Caitlyn Corr, que lhe dá um soro experimental. O tratamento devolve-lhe a aparência, mas transforma-lhe o corpo no do monstro de argila. A partir daí, Matt procura vingança.
James Watkins (“Não fales do mal“) realiza o filme, com argumento de Mike Flanagan e Hossein Amini. É o terceiro título do novo DCU, depois de “Superman” e “Supergirl”.
O elenco junta Tom Rhys Harries (“White Lines”) como Matt Hagen, Naomi Ackie (“Mickey 17“) como Caitlyn Corr e David Dencik (“Chernobyl“) como Markos Szabo, Joana Ribeiro (“Glória“) como Mia (Glória), Joshua James (“Cyrano“) como Corey Bowery. Além disso, Max Minghella (“The Handmaid’s Tale“) e Eddie Marsan (“Sherlock Holmes“) completam o grupo.
O que disse Joana Ribeiro sobre a sua Mia?

Na Rádio Comercial, no programa “Já Se Faz Tarde”, Joana falou de uma personagem que nunca tinha feito. Descreveu-a como uma femme fatale, muito inspirada em Elvira (Michelle Pfeiffer) de “Scarface”. Inclusive, até nas roupas e nos tecidos escolhidos. Na mesma conversa, a atriz portuguesa destacou Mia como “camaleónica” e que a roupa escolhida deulhe “uma camada meio reptilínea”.
A atriz também revelou ter trazido duas recordações do projeto: uma nota de Gotham e um vestido de Mia. Entre risos, a intérprete
Na antestreia europeia, em declarações ao HeyUGuys, Joana falou de como sentiu a “menina” e a mulher adulta a reagir ao mesmo tempo por estar a filmar no universo de Gotham. Por fim, sublinhou que o filme foge ao registo dos super-heróis, porque é terror e começa como uma história muito humana.
O que diz a crítica sobre “Clayface”
No Rotten Tomatoes o filme conta com 77% de aprovação da crítica e 59 no Metacritic. A imprensa elogia sobretudo Tom Rhys Harries e os efeitos práticos.
O The Hollywood Reporter considera-o uma das surpresas do ano, enquanto o IndieWire define-o como “irregular”.
Quanto a Joana Ribeiro, a atriz é destacada pela Bollywood Hungama. A publicação defende que apesar do “papel pequeno”, deixa “uma enorme marca” na longa-metragem.
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