O Disney+ está a acolher algumas das maiores séries do momento, como “Rivals”, “X-Men 97” e “Furious”. Ao longo dos últimos anos, a plataforma tem vindo a crescer, permitindo aos espectadores descobrir novos conteúdos de géneros distintos.
As estreias na plataforma de streaming são regulares, com grandes novidades a chegar ao catálogo todas as semanas. No entanto, com uma oferta tão variada, por vezes há séries que passam despercebida pelos espectadores.
Esse não é o caso de “Furious” que, apenas alguns dias após a estreia no Disney+, já se tornou numa das séries mais vistas do momento na plataforma. A série supera obras como “Saltitões” e “Avatar: Fogo e Cinzas“, mantendo-se atualmente no terceiro lugar do pódio.
Qual a história da nova série do Disney+?
“Furious” segue Alice Black, uma agente do FBI, que se encontra à caça de uma misteriosa e calculista assassina em série. Porém, enquanto ambas trilham caminhos distintos em busca de justiça, e à medida que as suas vidas se começam a entrelaçar, a linha entre o certo e o errado torna-se cada vez mais ténue.
Assim, Black vê-se forçada a colocar de lado a sua ideologia, lutando para trazer a criminosa até às garras da justiça.
Quem faz parte do elenco de Furious?

Elizabeth Meriwether criou a série com base no thriller de Ron Bass. Protagonizada por Emmy Rossum, a série reúne Scoot McNairy, Jake Lacy e Lola Petticrew, bem como Quincy Tyler Bernstine e Rob Yang.
Rossum ficou conhecida do grande público ao integrar o elenco de “Mystic River“. A longa-metragem de Clint Eastwood viria a ser nomeada a 6 Óscares, incluindo Melhor Filme, das quais acabou mesmo por vencer duas estatuetas douradas em Melhor Ator Principal (Sean Penn) e Melhor Ator Secundário (Tim Robbins). No entanto, foi mesmo a série “Shameless” que transformou Rossum numa estrela de confiança do público.
O que diz a crítica sobre Furious, com Emmy Rossum?
Com uns impressionantes 100% de aprovação entre os críticos do Rotten Tomatoes, “Furious” tem vindo a dar que falar. “Esta é uma série de TV bem feita que sabe como se inserir no seu género sem ficar presa aos clichés”, reflete The Nightly.
Por fim, The Times confessa que “Sem medo de se aventurar por lugares extremos e munido da consciência do absurdo da maldade extrema, esta série assemelha-se por vezes a um drama de vingança na melhor tradição dos mestres jacobinos como Kyd e Middleton”.

