© 2026 Netflix.
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Para os leitores que nos seguem assiduamente, provavelmente já estão a par do sucesso da série turca “Not a Stranger” (“Sei Quem És”). Mal estreou, entrou rapidamente no top mais visto da Netflix em Portugal.

O que há a destacar agora é que a produção está neste momento em segundo lugar nas mais vistas em todo o mundo, apenas atrás de “A Leste do Paraíso“, a minissérie com Florence Pugh que promete bater recordes na plataforma.

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Nas primeiras duas semanas somou perto de 15 milhões de visualizações, um número notável sobretudo se tivermos em conta que é uma obra não-inglesa.

O enredo

A história desenrola-se em torno de Funda, pintora que pôs a carreira em pausa depois de ser mãe. Quando decide voltar ao atelier, encontra Nazlı, uma ama que parece feita à medida.

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A pequena Mavi aprova, e Funda respira de alívio. Só que, com Nazlı instalada em casa, Funda e o marido, İlker, começam a perceber que a nova rotina pode trazer à tona problemas que nenhum dos dois queria enfrentar. A série vive dessa dúvida: Nazlı é mesmo uma ameaça, ou Funda já não confia na própria perceção?

Quem faz parte do elenco de Sei Quem és?

No papel principal está Elçin Sangu, que interpreta Funda e é conhecida pela novela “Kiralık Aşk” (“Amor de Aluguel”). Melis Sezen (“Sadakatsiz”) dá vida a Nazlı, a ama que se torna o centro do mistério. Ozan Dolunay (“Cruel Istambul”)  interpreta İlker, o marido de Funda.

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A série é realizada por Mert Baykal (“Cabeça Quente“), com argumento de Tuğba Doğan (“Hepimiz Birimiz Için”), numa produção turca original para a Netflix.

Sei quem és Série turca Netflix Portugal
© 2026 Netflix.

O que dizem as críticas?

Apesar do enorme sucesso, as opiniões dividem-se. Ainda assim, são globalmente positivas, mas apontam algumas fragilidades.

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A Decider destaca a interpretação de Elçin Sangu e elogia a forma como a minissérie explora “a maternidade, a confiança e as consequências do desespero”, embora reconheça que recorre a alguns elementos familiares dos thrillers psicológicos.

Já a Gazettely considera que a produção funciona melhor quando aborda “a maternidade, a identidade, os cuidados e a confiança”, mas critica o facto de o mistério se tornar previsível à medida que a história avança e de algumas revelações perderem impacto. A publicação considera ainda que a série perde alguma força quando se aproxima demasiado da rivalidade amorosa.

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