La Chambre | © NOMA Azores

NOMA Azores | Programa completo da 1ª edição

Marcado para 27 a 31 de julho, o NOMA Azores estreia-se no circuito dos festivais como um Festival Internacional de Cinema de Direitos Humanos.

Com pano de fundo a ilha de São Miguel, o NOMA Azores terá a sua primeira edição no final do mês e no Teatro Micaelense, em Ponta Delgada. O Festival de Cinema, que se foca na temática dos Direitos Humanos, terá lugar para vários prémios, nomeadamente Melhor Longa Metragem, Melhor Longa Metragem Portuguesa e Prémio do Público. Paralelamente à exibição das obras em competição, o NOMA Azores já confirmou também um programa não competitivo de curtas metragens, cujas obras em exibição já foram anunciadas.

Para os prémios principais estarão em competição oito filmes, quatro dos quais produzidos em solo português e outros quatros do resto mundo; no geral, a programação do evento irá puxar o foco para o lugar das mulheres nas sociedades contemporâneas, traçando os caminhos de diferentes passados coloniais com impactos que resistem até aos dias de hoje e revelando novas histórias em ebulição por entre as nossas cidades.

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Com júri composto por Ana Margarida Cunha Silva, Diogo Lima, Eduardo Leal, Joana de Sousa e Salomé Lamas, fica a par das obras que estarão em exibição no NOMA Azores (mais informações aqui).

  • 27 julho, 19h00 | “Prazer, camaradas!
  • 27 julho, 21h30 | “Chico Rei entre Nós”
  • 28 julho, 19h00 | “Other Convicion”, de Juan Manuel Repetto
  • 28 julho, 21h30 | “Bostofrio”, de Paulo Carneiro
  • 29 julho, 19h00 | “Como el Viento”
  • 29 julho, 21h30 | “A Batida de Lisboa”, de Rita Maia e Vasco Viana
  • 30 julho, 19h00 | “Visões do Império”
  • 30 julho, 21h30 | “Ophir”

Promovido pela Câmara Municipal de Ponta Delgada, o NOMA Azores

“é a expressão do compromisso público e político de Ponta Delgada com a problemática dos Direitos Humanos em todas as suas dimensões e, sobretudo, com a identificação dos mecanismos e sistemas de promoção de direitos e liberdades que, não obstante estarem legalmente salvaguardados e dos progressos alcançados, são ainda hoje repetida e reiteradamente violados.”

De acordo com a organização,

“a resistência em fazer cumprir a Declaração Universal dos Direitos do Homem leva a que Ponta Delgada, território inclusivo e enriquecido pela sua diversidade cultural, assuma, através do NOMA Azores, a centralidade do encontro entre homens e mulheres; entre cidades e países; entre instituições e organizações, para questionar, refletir e apontar caminhos para uma empenhada e efetiva promoção e proteção dos Direitos Humanos.”.

VÍDEO | NOMA AZORES ACONTECE DE 27 A 31 JULHO

 

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Marta Kong Nunes

Arquitecta (com um c!) de formação. Coordenadora de profissão. Fanática de cinema e séries por pura paixão.

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