TOP 10 Melhores Filmes da Disney

É chegado o momento de partilhámos com todos o TOP 10 dos Melhores Filmes da Disney e Disney Pixar.

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Quem é que não cresceu com os filmes da Disney? As melhores animações chegavam cheias de cor e música. Os nossos dias ficavam cada vez mais coloridos. E a esperança de que era possível conquistar o mundo era cada vez mais possível. Enquanto Pocahontas nos ensinava a respeitar a natureza, outras princesas lutavam pelos seus sonhos. Os nossos brinquedos começaram a ganhar vida. E as nossas emoções ganharam o papel principal em Divertida-Mente.

São filmes únicos e com momentos inesquecíveis. Dificilmente esqueceremos o momento em que Simba vê o pai morrer ou quando Ariel deu a voz para estar com Eric. E quando Bela se apaixonou pelo Monstro? São momentos que não conseguimos nem queremos esquecer.Mas torna-se difícil escolher os melhores filmes. No entanto não foi impossível.

Consultámos os especialistas da Magazine.HD e chegámos a um TOP. Desde princesas, a animais, passando por brinquedos divertidos podemos garantir que este TOP não vai desiludir.




10. CINDERELLA

Disney
por Ana Rodrigues

O Clássico dos clássicos da Disney, Cinderella foi lançado em 1950 e fica sem dúvida no top dos maiores contos de fada trazidos para o grande ecrã, e um dos poucos que não foi muito modificado relativamente ao original. Walt Disney apaixonou-se pela história e deu-lhe mais substância, transformando-a num sonho de criança e numa tradição de família.

Miúdos e graúdos assistiram ao sofrimento da bibbidi-bobbidi-bela Gata Borralheira (em Portugal), maltratada pela madrasta e as duas meias-irmãs após a morte do seu pai, mas que, numa análise mais profunda, se torna um exemplo de perseverança para as mentes mais jovens ao mostrar que se deve lutar pelo que se acredita ser mais correto. Com animação soberba para o que era produzido na década, a musicalidade dos momentos cantados que consegue trespassar em todas as versões e dobragens, e a beleza de um conto intemporal que tem vindo a ser transmitido entre gerações, fazem com que esta produção Disney não pudesse ser esquecida pela nossa seleção.

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Cinderella teve uma adaptação para live-action em 2015, que não ficou aquém das espectativas, todavia não supera a magia do original que continuará a tornar os sonhos das princesas de mais variadas idades em realidade.



9. TRON: O LEGADO

Disney

por Ângela Costa

O que aconteceria se fosses capaz de entrar dentro do teu computador e de toda a rede agregada a ele? Esta é a premissa de “Tron”, a obra de 1982 que fez nascer um universo amado por muitos fãs. Esta paixão por um mundo ainda por explorar na totalidade leva à criação de uma sequela que apesar de não ter sido bem recebida pela crítica é um filme a não perder pelos fãs da ficção-científica e dos computadores.

Sete anos após os acontecimento de “Tron”, Kevin Flynn (Jeff Bridges) desaparece sem deixar rasto. Vinte anos depois, o seu filho Sam (Garrett Hedlund) recebe uma mensagem de um amigo, Alan Bradley (Bruce Boxleitner). Ele pede-lhe para ir até à velha loja do pai pois esta poderá ter pistas sobre o desaparecimento de Kevin. E Alan tem razão. Sam acaba por entrar na Grid onde encontra um mundo tecnológico completamente diferente. Mergulhamos assim neste mundo de visuais fantásticos, música electrizante que encaixa na perfeição e um design digno de um óscar.

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“Legacy” é importante não apenas pelo fantástico filme Disney que é mas também por ser a concretização técnica de um sonho iniciado em 1982, quando os computadores ainda não permitiam os efeitos que conhecemos hoje em dia. Fora isso, é um filme que pode ser visto por adultos (sejam eles novos fãs ou não) mas também pelos mais novos que encontrarão aqui um universo divertido e cheio de ação com o qual sonhar.

Em tom de curiosidade, o filme realizado por Joseph Kosinski e escrito por Edward Kitsis e Adam Horowitz, foi nomeado para o óscar de Melhor Edição de Som, e venceu o prémio de melhor Melhor Ator (Jeff Bridges) e Melhor Produção de Design (Darren Gilford) no Academy of Science Fiction, Fantasy & Horror Films.




8. POCAHONTAS

Disney

por Filipa Machado

Depois de uma época muito fraca para a Disney, surgiu uma renovação na criatividade do estúdio. Este período é mais conhecido por Disney Renaissance, ou o Renascimento da Disney. Esta mudança foi catapultada pelo filme A Pequena Sereia, lançado em 1989. E o que se seguiu a este filme foram outros grandes sucessos, considerados atualmente como os clássicos da Disney. Como é o caso de A Bela e o Monstro (1991), Aladdin (1992), O Rei Leão (1994), O Corcunda de Notre Dame (1996), Hércules (1997), Mulan (1998) e Tarzan (1999).

Quem também faz parte deste grupo repleto de incríveis e memoráveis filmes é o clássico Pocahontas, de 1995. Este foi o primeiro filme baseado em personagens reais e históricas. No entanto, não fez um retrato histórico muito fiel. Esta é uma das principais críticas que se fazem ao filme.

Apesar de tudo, este é um filme encantador, com uma banda-sonora incrível, e que lhe valeu o Óscar de Melhor Canção Original (“Quantas Cores o Vento Tem”). Pocahontas conta com uma protagonista forte, independente, que não sei deixa moldar pelas normas da sociedade em que vive, nem é submissa ou controlada por nenhuma figura masculina. Pocahontas é sempre dona das suas decisões, do seu futuro e da sua vida. Este aspecto é tremendamente importante, já que até então, todas as princesas Disney enquadravam-se lamentavelmente no estereótipo da mulher frágil, passiva, cujos sonhos e desejos eram essencialmente motivados por um interesse amoroso.

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Embora a protagonista também se apaixone durante a narrativa, quando chega um momento decisivo, onde tem de escolher entre acompanhar John Smith até Inglaterra e ficar junto da sua tribo, Pocahontas opta pela segunda opção, colocando em primeiro lugar o seu dever como princesa para com a sua tribo.

Para além deste lado mais feminista, Pocahontas também transmite mensagens relevantes e intemporais sobre a necessidade de sermos mais tolerantes e compreensivos com o outro. Seja ele de que raça ou etnia for. O aspeto de uma pessoa nunca deve ser o mais importante, mas sim o seu interior. E apela também à união, quer entre humanos, como entre humanidade e natureza.




7. FANTASIA

Disney

por Claúdio Alves

Apesar de hoje o nome Disney ser quase um sinónimo do tipo de cinema mais comercial e populista imaginável, outrora ele foi associado a descomunais ambições artísticas. Walt Disney sonhava provar ao mundo os méritos estéticos e narrativos da animação enquanto meio de expressão cinematográfica, procurando grande naturalismo na mesma medida que promovia experimentação que, mesmo hoje em dia, pode parecer um pouco avant-garde.

Fantasia, estreado em 1940, representa o píncaro dessas ambições artísticas e, apesar de ter sido um dos primeiros grandes desastres financeiros dos estúdios Disney, é também um dos seus mais deslumbrantes esforços. Composto por oito sequências de animação feitas propositadamente para acompanhar oito peças de música clássica sem componente verbal, Fantasia é um festim para os olhos, um milagre de diferentes tipos de animação capaz de deixar de boca aberta qualquer fã deste tipo de cinema.

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Este não é um filme para crianças, tendo passagens tão inescrutáveis como um jogo de animação feito somente com linhas e manchas abstratas de cor ou tão desconcertantes como a demónica Uma Noite No Monte Calvo. Por outro lado, também não é um “art film” feito somente para o circuito dos festivais e para as elites intelectuais dos centros urbanos. Na verdade, Fantasia constitui uma preciosa raridade, um filme de intenções mainstream cheio de ambição formal, que não ousa olhar a sua audiência com condescendência cultural, mas também não hesita em proporcionar-lhes um grande espetáculo de entretenimento.



6. TOY STORY

Disney

por Miguel Pontares

Quando John Lasseter fez o pitch da sua curta-metragem, Tin Toy (1988), a um senhor chamado Steve Jobs, dificilmente adivinharia que aquele momento seria o primeiro passo de uma revolução. Em 1995, com Toy Story, inspirado na curta que já valera um óscar a Lasseter, a Pixar mudou o cinema de animação. E fê-lo a brincar.

Animar o inanimado e trabalhar algo universal (todos brincamos e, com o tempo, todos deixamos de brincar) foi parte do segredo de um sucesso apoiado na – à data – inovadora computação gráfica. Reza a História que nas primeiras versões Woody estava concebido como vilão, mas o tempo elevou o cowboy de Andy a protagonista. E era difícil encontrar melhor mensageiro da alma de Toy Story: uma representação dos westerns do passado, líder por estatuto, incondicionalmente devoto ao seu dono, e ameaçado pelo futuro, pela novidade. O tecido gasto e amarrotado de um brinquedo fiel e perseverante, mas em estado de alerta com a chegada de um potencial substituto, excitante e na moda.

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O choque de egos e diferentes percepções da realidade de Woody e Buzz Lightyear serviu de desequilíbrio perfeito para gerar conflito. E com eles a Pixar, hoje parte da Disney, contou uma história sobre a amizade, a infância e a imaginação. Pode-se considerar Toy Story 3 o pico emocional da saga, pela nostalgia que a passagem de testemunho carrega; mas o original é indiscutivelmente um filme pioneiro, pensado e executado com a pureza de alguém que deixou de ser criança, mas não deixou a criança dentro de si morrer.

É sempre difícil prever como os filmes irão resistir ao tempo. Mas no caso de Toy Story o mais certo é continuar bem presente. Provavelmente até ao infinito. E mais além.



5. TOY STORY 3

Disney

por Daniel Rodrigues

O primeiro rebento da Pixar (e, consequentemente, da Disney) cresceu para uma trilogia. Uma trilogia recheada de ensinamentos complexos, choros copiosos, sorrisos ininterruptos. Toy Story foi pioneiro no campo da animação digital. Mas também elevou a fasquia no que respeita à escrita de argumentos para filmes de animação.

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O capítulo final levou o público às lágrimas e conquistou a crítica, sendo posteriormente nomeado para o Óscar de Melhor Filme, acabando por levar para casa os galardões de Melhor Filme de Animação e Melhor Canção Original (para a magnifica composição de Randy Newman). Mas mais do que prémios mais ou menos importantes, “Toy Story 3” acabou por arrebatar também os corações de todos aqueles que nasceram e cresceram ao lado de Woody e Buzz e que testemunharam aquilo que os unia a Andy.

A emblemática e devastadora cena final justifica, per si, a presença da terceira aventura de Woody e Buzz nesta seleção de melhores filmes da Disney. 



4. UP

Disney

por Beatriz Monteiro

UP! Altamente mesmo. A Disney Pixar é conhecida por nos trazer animações cheias de emoção. Por isso já estamos habituados a chorar e rir, sentir empatia com as personagens e desejar poder fazer algo para as ajudar. E em Up a história repete-se. Antes demais destacamos esta animação porque tem uma história que retrata alguns dos momentos mais duros da vida. A morte. Assumimos que é duro quando vemos Carl brincar, crescer e juntar-se à mulher dos seus sonhos só para mais tarde enfrentar questões bem mais sérias.

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A morte, a solidão e a velhice surgem de forma bastante educativa em UP, mas com um toque emotivo que não deixa ninguém indiferente. Nós chorámos. Mas também sorrimos e rimos quando o nosso Carl finalmente realiza o sonho da sua vida!  Claro que entra numa enorme aventura quando prende milhares de balões à sua casa e voa em direção ao Sul. No entanto ele não vai sozinho. A verdade é que Russel se junta a Carl numa enorme aventura onde a compreensão, o amor e o respeito são a chave para o sucesso.

Na Magazine.HD não conseguimos esconder o facto de que esta animação consegue de facto mexer com as nossas emoções. Mas que representa de forma bastante educativa algumas questões bastante sérias e que nos emocionam a cada dia.

 




3. DIVERTIDA-MENTE

Disney

por Beatriz Monteiro

A Disney Pixar sabe sempre como nos surpreender. E neste top já vimos como as emoções são retratas de todas as maneiras. O objetivo é bastante simples. Mostrar que as nossas ações têm consequências e que os outros podem sofrer com isso. Afinal até os nossos brinquedos preferidos podem ganhar vida e sofrer com as nossas atitudes. Mas o que é que acontece quando as nossas emoções têm emoções?

Quando Divertida-mente estreou todos foram muitos aqueles que ficaram confusos. Como assim as emoções podem ter emoções? Claro que sim. E nesta animação as coisas não podiam estar melhor explicadas. Alegria, Tristeza, Raiva, Medo e o Nojo são as cinco emoções base que todos nós temos. Essas emoções, em conjunto, criam sentimentos. Sentimentos como o amor, amizade, a desilusão ou a empatia.

E em Divertida-mente foi possível ver como é que em conjunto as nossas cinco emoções base se juntam para salvar uma criança de entrar numa depressão tão profunda que estava a destruir toda a sua personalidade.

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Este filme destaca-se por isso mesmo. Por nos mostrar de uma forma tão simples e divertidade como é que a nossa mente funciona. Como é que criamos as nossas memórias e as nossas “ilhas da personalidade”. O mais relevante é mesmo a forma como é mostrado que uma criança que é comandada apenas pela alegria não vai ser feliz. O que parece estranho. Mas a verdade é que a Alegria e as outras emoções juntas são aquilo que nos formam enquanto adultos, que nos ensinam a não cometer erros, a sorrir, a chorar e, principalmente, a dar valor.

Por isso, este filme está no nosso Top 3!




2. A BELA E O MONSTRO

Disney

por Catarina Fernandes

Na nossa lista não podia faltar o primeiro filme de animação nomeado para o Óscar de Melhor Filme. A Bela e o Monstro estreou em 1991, mas rapidamente a adaptação do conto de fadas francês escrito de Jeanne-Marie LePrince de Beaumont se tornou no grande clássico da Disney.

A Bela e o Monstro diferencia-se das restantes histórias de princesas por nos presentear com uma protagonista independente, inteligente e cética em relação aos estereótipos da época sobre o papel da mulher e a importância atribuída ao aspeto físico. Até à data, a Disney nunca tinha exibido uma heroína que estivesse um passo mais à frente em relação à sua época – foi o primeiro passo em direção à revolução contemporânea das princesas.

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Além disso, o filme conta uma história de amor que, pela primeira vez, não é inconcebível. Bela não se apaixona cegamente pelo Monstro na interação inicial entre ambos. Romance é algo que nem sequer está na cabeça da heroína. A longa-metragem dedica bastante tempo a explorar os momentos entre a Bela e o Monstro de maneira a que a narrativa pareça verdadeiramente real e romântica.

É certo que A Bela e o Monstro não é uma história perfeita: a protagonista acaba por se apaixonar pelo homem que a sequestrou. Todavia se excluirmos este pequeno (grande) pormenor, apercebemo-nos que o filme de 1991 marcou uma era e serviu de inspiração para muitos.



1.O REI LEÃO

Disney

por Beatriz Monteiro

E o vencedor é: O Rei Leão! Antes de mais queremos saber quantos de vocês é que não chorou a ver este filme?

Numa era em que a Disney se destaca pelos seus filmes de animação e onde as princesas Disney já são conhecidas por todas as crianças, surge uma animação que vai mudar tudo. O Rei Leão chegou como sendo o filme que iria revolucionar as animações da Disney. Inspirado na obra Hamlet, O Rei Leão começou a ser preparado em 1988. Mas foi apenas para o cinema em 1994. Na altura as críticas foram excelentes, tanto pela história como pela fantástica banda sonora. A animação ganhou um Óscar para Melhor Banda Sonora Original e Melhor Canção Original. A animação ganhou ainda um Globo de Ouro.

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Apesar de ter estreado em 1994, o filme continua a ganhar fãs. O Rei Leão gerou mais de 900 milhões de dólares nas bilheteiras. Tornou-se assim a animação desenhada à mão com maior valor de bilheteira registado. Em 1997 o filme levou a uma adaptação musical na Broadway que ainda está em cartaz. Além disso, as crianças de hoje ainda posa usufruir desta história, seja através dos filmes ou das séries Timon e Pumba e A Guarda do Leão.

Como se pode ver, existem milhares de razões para O Rei Leão ser o primeiro na nossa lista. O filme conquistou os nossos corações e merece ser o primeiro na nossa lista.

Originalmente publicado em Out. 2017

Beatriz Monteiro

25 @ Coach @ Social Media Manager @ Magazine Editor. Viciada em banda desenhada, cinema, música e confesso jelly beans. A minha bucket list inclui receber uma carta para Hogwarts. Não aconteceu, ainda! Fã incondicional da Marvel e da DC. Não escolho lados. Escrevo todos os artigos a ouvir o albúm Leftoverture dos Kansas. Mais sobre mim no meu instagram! :)

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2 thoughts on “TOP 10 Melhores Filmes da Disney

  • Infelizmente, apesar de merecer (excetuando melhor ator), TRON: Legacy apenas recebeu a nomeação para 1 oscar. E foi de Edição de Som.

    Melhorem a pesquisa da próxima vez. O imdb é o melhor para esse efeito 😉

  • Olá 🙂 Obrigada pela correção. Por distração coloquei os prémios que foi recebendo como óscars. Nós fazemos sempre uma boa pesquisa mas infelizmente às vezes é normal que escapem coisas. Tentaremos, claro, que não volte a acontecer. Esperamos que tenhas gostado do resto do artigo!

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