Alexander Skarsgård, Kristen Wiig e Bel Powley em "The Diary of a Teenage Girl" (2015) | ©Sony Pictures Classics

Adolescência | 30 melhores filmes sobre a juventude

A adolescência é um tema recorrente na ficção. É um público-alvo e um grupo dinâmico, que marca sempre uma percentagem significativa dos espectadores. Muitos são os filmes icónicos que retratam a juventude, sejam eles comédias, dramas, filmes de terror. Hoje, deixamo-vos 30 dos melhores filmes sobre a adolescência. 

Os dramas de juventude são uma fonte quase infinita de conflito, e de conteúdo, e inúmeras sagas foram escritas e realizadas dentro da temática. Muitas moldaram as produções que se lhes seguiram durante anos. Por isso, deixamos aqui uma lista que segue produções acerca da adolescência, dos anos 80 até ao presente. Muitas outras poderiam aqui ser enquadradas, mas as que aqui constam adquiriram certamente um carácter incontornável. Alguns autênticos clássicos, outros clássicos em potência. Uma lista com títulos bem dispares, tal qual é a indomável juventude.

Segue uma lista sem ordem certa, embora por vezes com um carácter em crescendo.

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30 – EU, O EARL E A TAL MIÚDA (2015)

Olivia Cooke em "Eu, O Earl e a Tal Míuda"(2015)
Olivia Cooke em “Eu, O Earl e a Tal Míuda”(2015) |©20th Century Fox

Entre o role sem fim de filmes para puxar a lágrima, nos quais somos apresentados a miúdos a morrer com cancro, há que ousar afirmar que a maioria não vale mesmo, mas mesmo nada a pena. Filmes exploratórios, que lidam com temáticas muito sensíveis sem o saberem fazer, e que ferem muitas susceptibilidades pelo caminho. “Me and Earl and the Dying Girl”, vencedor do Prémio do Júri e do Público no Festival de Cinema de Sundance, enquadra-se de certa forma neste formato, mas ao mesmo tempo é detentor de um espírito distinto que o parece isolar.

É talvez a sua sensibilidade, é talvez o seu argumento, ou talvez seja o facto de ousar não ter pena em demasia do triste fado da sua jovem, doente terminal. A história é-nos narrada através do ponto de vista de Greg, um estudante de liceu que passa a maior parte do seu tempo a realizar encantadoras paródias de filmes clássicos com o seu colega de trabalho Earl. A sua vida muda quando começa a conviver com uma rapariga da sua turma a quem foi diagnosticado um cancro. A jovem é interpretada por Olivia Cooke, uma atriz para lá de promissora, que teve com este papel um importante impulso na sua carreira, que arrancou agora a toda a velocidade.

É este um filme que promete fazer chorar as pedras da calçada, mas que sabe tratar um tema muito sensível com coração e humor, sabendo dosear estes ingredientes complexos, o que é raro. Uma bela história sobre o poder da amizade, que não nos abandona, anos após a visualização.

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Maggie Silva

Licenciatura e Mestrado em Ciências da Comunicação na vertente de Cinema e Televisão pela FCSH-UNL, porque à segunda é de vez. Dependente de cultura pop e cinema indie. Campeã suprema do binge watch, sempre disposta a partilhar dois dedos de conversa sobre o último fenómeno a atacar o pequeno ou grande ecrã.

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