"Game of Thrones" | © HBO Portugal

Game of Thrones | Os figurinos de Daenerys Targaryen

De libertadora a tirana genocida, Daenerys Targaryen sofreu transformações radicais ao longo de “Game of Thrones”. Tais evoluções chocaram muitos espetadores, mas a figurinista Michele Clapton há muito que havia sugerido que a história de Daenerys não era totalmente benigna. Para celebrar os dez anos da série, pesquisamos e exploramos os segredos patentes no guarda-roupa desta figura.

Daenerys Targaryen, aquela que nasceu na tempestade e cresceu para ser mãe de dragões, é uma das personagens mais fascinantes e controversas de “Game of Thrones”. De figura secundária na trama de Westeros e seus Sete Reinos, a filha do Rei Louco veio a tornar-se na mais clara protagonista da saga, uma figura que evoluiu de ícone heroico a vilã psicótica. Sua história, não obstante a brutidão inelegante dos desenvolvimentos, é um conto de como o poder cega e endoidece, de como o sabor da violência inebria e o desejo de vingança pode consumir uma mente como o fogo come a floresta.

Para muitos, o modo como Daenerys se veio a tornar na mais surpreendente antagonista da última temporada foi um choque que deixou um sabor amargo na boca. Fãs devotos renegaram a série e amor rapidamente apodreceu até se tornar ódio. Não querendo defender os argumentistas da série em demasia, algumas pistas estavam presentes desde início para o fim maligno de Daenerys. O problema é que esses indícios iam muito contra os temas promulgados na filmagem da série. Quase tudo a apresentava como uma heroína, de tal forma que as parcas sugestões de negrura interior foram invariavelmente abafadas.

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O arco narrativo de Daenerys já muito deu que falar e jamais ousaríamos negar seus problemas internos, seu desleixe temático, a provocação barata e o desgosto de muitas audiências. Dito isso, estamos aqui para discutir os figurinos que Emilia Clarke envergou enquanto Mãe de Dragões. Se há algo que se manteve constante, em termos de qualidade, ao longo de toda a série foi o guarda-roupa. A designer Michele Clapton ilustrou a figura de Daenerys de modo a indicar tanto a vítima tornada rainha como a possibilidade da renegada feita tirana. Foi um trabalho delicado e subtil, quiçá demasiado sub-reptício para ter impacto na experiência do espetador, mas soberbo mesmo assim.

No primeiro episódio de “Game of Thrones”, Clapton exibe Daenerys em oposição ao seu legado Targaryen e ao seu irmão, Viserys. Nesta fase da história, a rapariga não se afirma como uma pretendente ao trono. Ao invés disso, ela é uma ferramenta para a tomada de poder fraterna, um instrumento pelo qual Viserys pretende ganhar um exército com que invadir Westeros. Apropriadamente, os figurinos de Daenerys fogem às linhas imperiais do irmão e não contêm qualquer marca do preto e escarlate que compõem a sigila heráldica do seu clã.

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Em leves sedas e linhos drapeadas sobre um corpo desnudo, Daenerys é uma visão de rosa velha e prata fosca. A sua fisionomia é fácil de ver nos contornos do tecido, a figura da jovem objetificada tanto pela câmara como pelas personagens que a vestem dentro da história. Só os alfinetes prateados que seguram o traje têm alguma dessa frieza aguçada dos Targaryen. Clapton inspirou-se mais em modas greco-romanas que em tradições medievais para estas primeiras cenas de Daenerys, usando o alfinete com três cabeças de dragão como única ligação entre a personagem e um legado traiçoeiro, com a estética regente da série, com o fado que a esperava.

Desposada com Khal Drogo, Daenerys torna-se na monarca regente ao lado desse Senhor dos Cavalos. Enquanto Khaleesi dos Dothraki, ela aprende a vestir-se como parte desta cultura adotiva. Tal como era vestida pelo irmão, agora Daenerys é vestida pelo marido e sua indumentária torna-se num símbolo de subjugação matrimonial em simbiose com uma libertação pessoal. No seu papel de Khaleesi, Daenerys encontra novo propósito, sente o gosto da liderança e aprende a aceitar, até desculpar, o preço sanguinário da conquista. Jamais nos esqueceremos como ela esperava gratidão de uma mulher violada pelo exército Dothraki. A ingenuidade custou muito a Daenerys, mas ela nunca foi inocente.

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Clapton foi buscar referências tribais e mongóis para vestir os Dothraki, mas também prestou atenção às potencialidades simbólicas da textura. Apesar das modas deste povo guerreiro deixarem vastas expansões de pele a descoberto, há muito a apreciar nos têxteis trabalhados, na ornamentação metálica, nos bordados grossos e ásperos. Um detalhe que merece particular interesse é o uso de blusas feitas em tecido trabalhado para parecer escamas, um toque que remete para a couraça natural do dragão. Ela pode ser rainha de um povo de cavalos, mas Daenerys já se veste como um dragão.

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Outra referência importante é o uso de tons azuis e verdes por entre as modas lamacentas, estes castanhos terrenos e cremes sujos. Rapidamente, veremos como o verde se tornará na cor mais característica de Daenerys enquanto Khaleesi, como se ela mesma se tornasse nos mares de relva verdejante onde os Dothraki criam seus cavalos. Por seu lado, o azul é o céu, abóbada celeste que oferece um único refresco cromático nas paisagens do deserto. Ela é o mundo que a rodeia, mas, como vamos ver, seu figurino gradualmente escolhe a altivez do céu à humildade daqueles que vivem com os dois pés assentes na terra. É claro que, no mundo de “Game of Thrones”, o azul tem um simbolismo bem mais sinistro, glacial, moribundo.

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Depois da morte Khal Drogo, da deserção de muitos aliados, o nascimento de três dragões e uma sôfrega travessia pelo deserto, esta rainha enviuvada encontra refúgio na cidade emuralhada de Qarth. Aí, ela encontra uma nova comunidade, cheia de riqueza e cultura. Seus preceitos nobres seduzem-na, uma ambrósia ilusória que resulta na captura dos seus dragões. O azul e o rosa dominam estes novos figurinos de Daenerys, assim como o uso de pormenores metálicos em filigrana doirada. Um cinto, correntes, marcas de luxo, mas também do cárcere a que Daenerys se submeteu por engano e mentira. Quando ela se liberta desta prisão perfumada, fá-lo através de uma renegação do ouro, trocando metal frio pelo cabedal encouraçado dos Dothraki.

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A terceira temporada marca o início de uma evolução estilística que dura até ao fim da sexta série de “Game of Thrones”. A partir daqui a silhueta básica de Daenerys torna-se quase invariável. Temos os ombros destacados que já Viserys envergava, um gosto por faixas a atravessarem o peito, quais arneses cruzados em forma de X, saias que se abrem para revelar calças. O que muda é a cor e a textura, sendo que começamos com azul intenso e uma superfície sedosa sem muito ornamento. Um manto a condizer remata o figurino, assim como um simples colar que simula a garra de dragão. Este traje revela a união de Daenerys com seus filhos, mas tem uma simplicidade adequada às suas campanhas nómadas.

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Com a ajuda a bordadora Michele Carragher, Clapton concebeu uma ideia de Daenerys metamorfoseada. À medida que ela ganha poder e conquista cidade atrás de cidade, cada vez mais ela se parece com um dragão, a textura escamada espalhando-se como uma infeção ornamental pelo vestido azul. Ao mesmo tempo a cor representa uma casmurra resistência à adaptação, assimilação. Apesar de libertar escravos, Daenerys rapidamente os adiciona ao seu exército. Apesar de democratizar as cidades que conquista, Daenerys comporta-se como uma monarca absoluta e jamais tenta adaptar seu estilo de governo às necessidades, às especificidades culturais, destas comunidades que ela não conhece.

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Por isso mesmo, quando a vemos em plano geral, ela brilha como uma chama azul no meio de cores terrenas, desérticas. Mesmo quando se torna rainha de Meereen, Daenerys continua a preferir a silhueta Targaryen e as cores azuladas da sua entidade belicosa. As saias abrem-se em pregas radiosas e estendem-se até ao chão, as texturas ficam mais abstratas e arquitetónicas. A natureza prática da monarca viajante substituída pela necessidade do fausto, pela autoridade do trono exteriorizada em moda opulente. Mais tarde, o símbolo do dragão vai-se impregnar no figurino imperial, em colares enormes e reluzentes, prata fundida em forma de dragões que rugem.

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A acompanhar esses acessórios, o azul de Daenerys vai-se esvaindo em branco, brilhante e completamente antagónico para os figurinos da gente de Meereen e sua estética dominante. Daenerys não parece tanto uma governanta sensata quanto parece uma tirana a fazer-se passar por deusa, um ícone mariano que promete ser mãe para os injustiçados. Há uma sombra de colonialismo a toldar a santidade de Daenerys, a insinuação de uma negrura profunda que irá, no futuro, contaminar toda a alma desta aspirante ao Trono de Ferro. Não admira que o reinado de Daenerys em Meereen tenha sido um desastre tão grande. Ela não percebe seu povo e prefere o fulgor da batalha à responsabilidade de governar.

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Isso torna-se ainda mais óbvio quando, depois de ser resgatada de uma rebelião esclavagista por Drogon, seu maior e mais poderoso filho alado. Nas costas do dragão, ela foge pelos céus e vê suas vestes santíssimas serem fustigadas pelo ar, pelo fumo e fogo. O branco depressa se imunda, fica cinzento e negro, sujo. De rainha, ela passa a prisioneira de Dothraki, levada amarrada como uma escrava, seus andrajos assinalando a sua queda em desgraça. A ironia é que é entre os Dothraki que Daenerys descobre a sua verdadeira casa, o lema para a sua abordagem ao poder. Ela conquista através do sangue e do fogo, um hino de violência que faz dela uma perfeita líder para esse povo guerreiro.

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Matando os reis dos Dothraki, ela assume governança sobre os senhores dos cavalos e regressa Meereen com seus dragões, pronta a queimar os exércitos esclavagistas. Seu figurino transforma-se ao mesmo passo que a história avança. Os andrajos de prisioneira são trocados pelos cabedais verdejantes que ela já antes tinha envergado enquanto Khaleesi. Quando regressa à sala do trono de Meereen ela vai ainda mais longe, envergando, pela primeira vez, uma das cores da sua casa real em Westeros. Depois de seis temporadas a traçar uma identidade cromaticamente separada da linhagem Targaryen, Daenerys finalmente veste o preto típico dos dragões.

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No final da sexta temporada, Clapton decidiu vestir todas as rainhas de Westeros em cores de luto, um reflexo da perda de vidas e da escuridão moral que se abatia sobre toda a história. Cersei, Sansa, Daenerys e tantas outras figuras, trocaram seus trajes coloridos por preto profundo, filhas que celebram a morte do regime governado por seus pais. Em “Game of Thrones”, a destruição assume-se como o caminho para o poder, a morte é necessária para nova vida. Só que, ao contrário da Rainha do Norte, Daenerys rapidamente escolhe o acrescento de cor, assemelhando-se mais a Cersei que a Sansa. Ela veste o preto da terra queimada e o rubro de rios de sangue.

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Tal como a rainha Lannister faria na oitava temporada, Daenerys rapidamente acrescenta metal e sangue ao preto nascido das cinzas. Na sua chegada a Westeros, a mãe de dragões veste-se como uma assumida monarca Targaryen. De facto, ela nunca se pareceu tanto com o seu irmão louco como nesta cena, seus ombros altivos, tecido escuro forrado a vermelho, joias assimétricas e correntes militaristas dando a impressão que Daenerys se tornou na versão feminina de Viserys. De novo, apesar do esplendor, Clapton sugere alguma malignidade no figurino da personagem principal de “Game of Thrones”. Ao invés de tentar surpreender o espetador e subverter expetativas, a figurinista prefere uma transformação mais gradual e linear.

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Em termos mais técnicos, estes figurinos da sétima temporada também representam alguma da maior alta-costura que Emilia Clarke tem a chance de vestir na série. Sedas e têxteis espessos serviram para dar a impressão que esta rainha havia viajado para uma terra invernal depois de anos a atravessar o deserto quente. Carragher trabalhou as peças, criando texturas tridimensionais sobre tecidos já em si texturados, escamas estilizadas, listas, ziguezagues e outros motivos geométricos abstratos. O uso de capas assimétricas mostra ainda mais trabalho têxtil, com chiffon leve a ser retorcido até se parecer com uma pele de dragão a pender sobre as costas desta rainha.

Outra inclusão interessante nestes novos figurinos de Daenerys é o pelo. Os Stark e outros senhores do Norte sempre se cobriram em pele animal para lutarem contra o frio, mas Daenerys jamais tinha feito tal coisa, mesmo só para decoração. Quando vemos a jovem monarca com luvas de cabedal e mangas forradas com pelo, quase parece que ela se está a tornar numa Stark. Em termos estéticos, há uma fusão dos dois estilos, uma sugestão amistosa que faz muito para tecer linhas românticas numa temporada que, em grande parte, se estrutura em volta da história de amor entre Jon e Daenerys. Gelo e Fogo, entrelaçados por fim…mais ou menos.

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Para o penúltimo episódio da sétima série, Michele Clapton teve de construir uma peça que Daenerys pudesse vestir para se aventurar nas terras geladas além da Muralha. Ao invés de continuar a paleta preta e escarlate dos Targaryen, a figurinista edificou um casaco estilizado em linhas de pelo branco. Tanto serve de camuflagem para a neve como um presságio temático. Novamente, Clapton tentou fazer alusões ao corpo violento do dragão, cortando o pelo com lâminas de forma a sugerir a espinha dorsal dos repteis voadores. Além disso, ela também acrescentou dentes metálicos entre as riscas peludas, um beijo metálico que contraria a suavidade do material. Até este casaco felpudo parece capaz de cortar a pele, derramar sangue.

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Ainda há mais uma referência a delinear o aspeto desse casaco simbólico, uma ligação que anuncia a vindoura vilania de Daenerys com maior claridade que qualquer outro elemento visual. Clapton escolheu o branco e a textura listada porque remetia para os mortos-vivos que ameaçam a Humanidade de Westeros. Depois de ter dado a Daenerys o único figurino azul vivo numa série em que essa cor é perpetuamente associada aos exércitos zombie, Michele Clapton quis assinalar uma linha direta entre o Rei da Noite e a Khaleesi. No fim, Fogo e Gelo podem ser destrutivos em igual medida, duas faces da mesma moeda apocalíptica.

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Como é óbvio, quando chegou altura de vestir Emilia Clarke para a última temporada, a figurinista continuou essa lógica simbólica. Na sua chegada a Winterfell, Daenerys veste-se como uma mulher do Norte, um espectro branco com rasgos de preto e vermelho debaixo do casaco. À medida que o tempo no Norte passa, esse pelo branco vai reduzindo, deixando a descoberto cabedal cinzento e metal preto. A certo momento, olhando para a evolução dos figurinos, quase parece que Daenerys está a arder de dentro para fora. Repare-se que, quando chega a altura de ela perder os últimos resquícios de sanidade, o pelo desaparece por completo, o branco esfuma-se.

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Já não é altura de sugerir vilania escondida ao compará-la com o Rei da Noite, ou vesti-la como a parelha romântica de um homem do Norte. Chegou altura de vestir Daenerys como uma rainha de sangue e fogo. O último vislumbre de pelo acontece quando, às portas de Porto Real, a rainha vê sua conselheira, sua mais querida amiga, decapitada pela ordem de Cersei. Depois disso, não há nada de felpudo na indumentária da mãe de dragões. Também não há o preto do luto submisso. De facto, para entrar de rompante na capital de Westeros e praticar um massacre sem precedentes com fogo vindo dos céus, Dany veste vermelho total.

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Pela primeira e única vez em toda a série, Michele Clapton cobriu Daenerys em napa cor-de-vinho com reflexos fogosos. Dependendo da direção da luz, conseguimos vislumbrar um padrão inspirado na pele de repteis, dragões fantásticos e vorazes. Daenerys veste-se como uma tirana sanguinária e sobre as suas costas esvoaça uma capa de veludo escarlate. Ela é fogo e sangue em forma humana, a cristalização da insanidade típica dos Targaryen, um pesadelo de loucura vingativa e uma presença de ameaça quase fascista. Vendo-a discursar em frente ao seu exército, uma cidade queimada no fundo e faixas vermelhas sobre ruínas fumegantes, esta Rainha das Cinzas parece saída de um filme de Leni Riefenstahl.

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O simbolismo e a metáfora histórica alcançam níveis meio descabidos de sensacionalismo no último episódio, mas as imagens não deixam por isso de ser poderosas. No entanto, é interessante ver como, para a derradeira cena de Daenerys, Michele Clapton fez um novo figurino. Realisticamente, não faz grande sentido para a conquistadora de Porto Real mudar o traje, mas a razão nem sempre deve dominar. Nestes momentos finais, o figurino segue a emoção ao invés do verismo, traçando Daenerys em linhas escuras, cor de chumbo e carne queimada.

Há um travo de tragédia na sua figura e no traje. O vermelho voltou a ser contido no forro do casaco, o preto soturno tomando-lhe precedência. Mesmo antes da lâmina de Jon Snow lhe cravar a carne, já Daenerys parece ser uma sombra fantasmagórica da guerreira que incendiou Porto Real com seu filho dragão. Acabamos a série numa nota agridoce e assim terminam também as nossas análises dos figurinos de “Game of Thrones”. Digam o que disserem das inconsistências narrativas da saga HBO, o guarda-roupa foi sempre um ponto alto. Dez anos depois da estreia do primeiro episódio de todos, a magnificência do trabalho de Michele Clapton é mais óbvia que nunca. Ela realmente merece uma salva de palmas.

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Cláudio Alves

Licenciado em Teatro, ramo Design de Cena, pela Escola Superior de Teatro e Cinema. Ocasional figurinista, apaixonado por escrita e desenho. Um cinéfilo devoto que participou no Young Critics Workshop do Festival de Cinema de Gante em 2016. Já teve textos publicados também no blogue da FILMIN e na publicação belga Photogénie.

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