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Mark Ruffalo a caminho da Netflix com All the Light We Cannot See

Baseada numa obra vencedora do Pulitzer, “All the Light We Cannot See” será uma série de quatro partes. Mark Ruffalo e Hugh Laurie juntam-se ao projecto.

Uma adaptação televisiva que será feita em quatro partes, “All the Light We Cannot See” inspira-se no livro homónimo de 2014, de Anthony Doerr, e vencedor de um Prémio Pulitzer e da Medalha de Excelência de Ficção de Andrew Carnegie (2015). Uma produção da Netflix, já conta com Aria Mia Loberti como protagonista e assegura agora os talentos de Mark Ruffalo e Hugh Laurie.

“All the Light We Cannot See” centra-se numa adolescente cega (interpreta por Aria Mia Loberti, também ela cega), Marie-Laure, e de como o seu caminho (e do seu pai) se cruza com um soldado alemão, Werner, quando todos tentam sobreviver à devastação causada pela II Guerra Mundial numa França ocupada pelos inimigos.

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Mark Ruffalo será Daniel LeBlanc, o pai de Marie-Laure. O principal serralheiro do Museu de História Natural de Paris, é um homem carinhoso e inteligente. Determinado a dar à sua filha cega o máximo de independência possível, tudo fará para a proteger – assim como uma jóia secreta que com eles anda – da ocupação nazi.

Já Hugh Laurie, anunciado também com Ruffalo, será Etienne LeBlanc, um herói excêntrico e recluso da I Guerra Mundial e que sofre de PTSD (stress pós-traumático). Nervoso, faz sua rotina a gravação de transmissões de rádio clandestinas como parte da Resistência Francesa.

A história está a ser adaptada para televisão por Steven Knight (“Peaky Blinders”) e será realizada por Shawn Levy (“Stranger Things” e “Free Guy“). Ainda não existe data prevista para a estreia.

TRAILER | A ÚLTIMA SÉRIE DE MARK RUFFALO

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Marta Kong Nunes

Fanática de cinema e séries por pura paixão, sou da geração Disney mas também das Tartarugas Ninjas, Motoratos e afins. Já passei pela obsessão de vários géneros de cinema e apesar de me considerar eclética, nada me tira o gozo de um bom filme de acção (por muito irrealista que seja). Séries também se devoram por cá, mas a magia de um filme, será sempre a magia de um filme!

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