Rami Malek em Bohemian Rhapsody e Mahershala Ali em Green Book

Óscares 2019 | Post-mortem da cerimónia

A 91ª cerimónia dos Óscares da Academia aconteceu na noite de domingo, 24 de fevereiro, no Dolby Theatre em Hollywood.

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Foram finalmente entregues os Óscares 2019, os maiores prémios da indústria de cinema de Hollywood relativos aos melhores filmes de 2018. Com a entrega das estatuetas douradas terminamos esta viagem tão turbulenta da Awards Season 2018/2019.

Desta forma, e a partir de agora vamos embarcar no capítulo final de uma temporada de prémios marcada pela diversidade e sobretudo pela tentativa de dar uma voz à Netflix não só como plataforma de streaming, mas também como grande produtora de cinema a nível mundial. Com alguns erros e ganhos históricos, vamos tentar analisar e perceber a fundo os efeitos desta 91ª edição dos Óscares, os prémios da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood.

Óscares 2019
Rami Malek, Olivia Colman, Regina King e Mahershala Ali foram os melhores atores

Vamos relembrar os melhores momentos, as maiores surpresas e os grandes derrotados da noite, numa espécie de autópsia à cerimónia mais importante da indústria de cinema. Queremos sobretudo perceber que tipo de rumo histórico foi tomado a 24 de fevereiro e que efeitos no futuro da Academia.

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Relembramos que os grandes vencedores dos Óscares 2019 foram “Green Book: Um Guia Para a Vida”, de Peter Farrelly e “Roma”, de Alfonso Cuarón, ambos com três galardões, embora tenha sido “Bohemian Rhapsody”, o mais galardoado com quatro dos cinco Óscares para que estava nomeado. Foram justas ou injustas estas vitórias? Precisamos de um post-mortem desta montanha-russa da Awards Season e dos Óscares.

Todos os comentários já a seguir! Basta seguires as setas.

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