Sequelas que levaram (muitos) anos a serem lançadas | Parte 3

A MHD recorda e leva-te até ao universo das sequelas que demoraram (décadas) até chegarem ao grande ecrã.


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Existem franchises cujas sequelas estreiam de forma rápida e contínua: por exemplo, de dois em dois anos temos filmes a solo do Capitão América. Mas depois existem aqueles projetos em que pensas que nunca terão uma sequela, e ao final de (muitos) anos somos brindados (ou não) com uma sequência.

2016 tem sido o ano de “desenterrar” filmes e de construir sequelas para os mesmos. Depois de Zoolander 2, em março, seguiu-se a sequência de Viram-se Gregos para Casar. Mas os projetos não terminam por aqui. Em junho teremos a estreia de Independence Day Resurgence, ao final de 10 anos; em setembro aguarda-nos a nova aventura de Bridget Jones depois de oito anos sem novidades desta solteirona.

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De O Livro da Selva a Ron Burgundy, a Magazine.HD apresenta-te as sequelas que duraram muitos anos a serem lançadas no grande ecrã.

 

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Carrie e Carrie 2 | 23 anos

Vinte e três anos após a estreia da história original de Carrie, que aconteceu em novembro de 1976, uma sequela do filme de terror baseado no romance homónimo de Stephen King chegou.

The Rage: Carrie 2 foi lançado em março de 1999 e arrecadou 17 milhões de dólares, o que ficou abaixo do seu orçamento de 21 milhões. A primeira longa-metragem alcançou 33 milhões no box-office. .

 

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Wall Street e Wall Street: O Dinheiro Nunca Dorme | 23 anos

Wall Street, estreou em dezembro de 1987, e possibilitou a conquista de um prémio da Academia para Michael Douglas pelo anti-herói Gordon Gekko. O original arrecadou ainda 43 milhões de dólares.

A sequela, que foi lançada em setembro de 2010, acompanhou o regresso de Gekko, depois de uma temporada na prisão, para um mundo diferente – ao lado de seu futuro genro, interpretado por Shia Labeouf. Wall Street: O Dinheiro Nunca Dorme estreou mundialmente no Festival de Cannes com comentários sólidos. No entanto, com o aproximar da data de estreia, as críticas começaram a piorara, alcançando assim 134 milhões de dólares mundialmente.

 

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A Vida é um Jogo e A Cor do Dinheiro | 25 anos

A Vida é um Jogo estreou em setembro de 1961 com grandes críticas positivas. A longa-metragem conquistou nove nomeações para o Óscar, vencendo dois, e assegurou o seu estatuto como um clássico moderno nos anos que se seguiram.

Vinte e cinco anos depois, Paul Newman voltou a dar vida a Fast Eddie Felson em a A Cor do Dinheiro, que lhe valeu um prémio da Academia de melhor ator. O filme, que estreou em outubro de 1986, foi realizado por Martin Scorsese e contou com Tom Cruise no elenco. A sequela arrecadou 52 milhões de dólares no box-office e 90% no Rotten Tomatoes – enquanto o original possui uma classificação de 98.

 

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Tron e Tron: O Legado | 28 anos

Julho de 1982 marcou a estreia do primeiro capítulo de Tron, que teve a sua sequência quase três décadas depois, Tron: O Legado, em dezembro de 2010.

Jeff Bridges e Bruce Boxleitner protagonizaram o original, que arrecadou 33 milhões de dólares. Décadas mais tarde o sci-fi de culto teve uma sequela. O Legado revisita este mundo, revelando que Bridges tinha um filho, Garrett Hedlund. Protagonizado por Olivia Wilde, a sequência foi um sucesso, conquistando 400 milhões de dólares em todo o mundo.

 


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Sabias quantos anos separavam estas sequelas?


 

Catarina Fernandes

Mestre em Ciências da Comunicação e fotógrafa amadora. Seriófila compulsiva e apaixonada por literatura, assim como pelo cinema e pela sua história. (Extremamente) Viciada em música e concertos.

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