Foge

Candyman, do realizador de Foge, pode ter encontrado protagonista

Jordan Peele construiu uma história assombrosamente perfeita. “Foge” é um melhores thrillers do século XXI e será difícil construir outra obra prima que o tire do pódio.

Tendo um longo histórico de gosto pelo mistério e o suspense, Jordan Peele mantém esse registo e decide fazer o remake de “Candyman”. Estreado em 1992, “Candyman”, em Portugal “O Assassino em Série” é um clássico de terror do cinema. Jordan Peele e Win Rosenfeld (“BlacKkKlansman: O Infiltrado”) ficarão responsáveis pelo argumento deste filme. A realização ficou entregue a Nia DaCosta (“Little Woods”).

Este retorno de “Candyman” é descrito como uma “sequela espiritual” do filme original. Desta vez, retornamos à vizinhança de Chicago, onde a lenda se originou. Anteriormente o local era cheio de residências populares, com pessoas mais pobres, atualmente, ao contrário do habitual, está repleto de famílias de classe média alta.

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É precisamente neste contexto que a assombração de Candyman, um espírito que aparece quando o seu nome é dito cinco vezes no espelho, volta a aterrorizar. No filme original e nas suas duas sequelas (de 1995 e 1999), Tony Todd interpretou a personagem. Todavia, desta vez, o seu papel ainda não foi entregue a ninguém.

Lakeith Stanfield poderá ser o primeiro ator confirmado no elenco, sendo que se encontra em negociações. Stanfield trabalhou com Peele em “Foge”. Os papéis mais conhecidos do ator foram em “Atlanta” e “Sorry to Brother You”.

Neste remake, Anthony, que poderá ter vida através de Stanfield, é descrito como “um artista famoso de Chicago que pesquisa sobre a lenda urbana de Candyman e descobre o seu último paradeiro, até que mortes estranhas começam a acontecer ao seu redor.”.

TRAILER | FOGE, O MELHOR PROJETO DE PEELE

Então, já viste algum dos filmes do assustador Candyman?

Catarina Novais

Eternamente apaixonada pelo mundo do cinema e por tudo o que está ligado à sétima arte. Seriófila nos tempos livres. A escrita e música também são dois vícios permanentes.

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