Algumas das mulheres com mais vitórias |©Cinemundo, BFI, 20th Century

História dos Óscares | 15 Mulheres com mais vitórias

A apenas 4 dias da cerimónia dos Óscares, e hoje, dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher, mergulhamos na história dos Óscares para encontrar as 15 mulheres que acumularam o maior número de vitórias.

Será que a contagem se vai alterar depois da cerimónia da próxima madrugada de domingo para segunda-feira? Por agora, vamos descobrir em conjunto quem são as mulheres mais oscarizadas!

MAGGIE SMITH – 2 ÓSCARES

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Maggie Smith em “Quando a Primavera Acaba” | © Twentieth Century-Fox Productions

Arrancamos esta viagem pela história dos Óscares e das 15 mulheres com mais vitórias recordando as conquistas de 8 atrizes de sucesso, todas elas galardoadas com 2 estatuetas douradas ao longo das suas carreiras (nas menções honrosas deixamos alguns nomes adicionais também nesta posição). Maggie Smith, uma referência incontornável no mundo da televisão e do cinema, de “Downton Abbey” a “Harry Potter” já venceu, até agora, dois Óscares.

A atriz, nascida em 1934, e que soma já 88 anos e várias décadas frente ao grande e pequeno ecrã, foi nomeada 6 vezes ao Óscar entre 1966 e 2002, tendo vencido pela primeira vez em 1970 na categoria de Melhor Atriz por “Quando a Primavera Acaba”  e pela segunda vez em 1979, pela sua prestação de apoio na obra ” California Suite – Um Apartamento na Califórnia”.  A sua última e mais recente nomeação foi em 2002 pela comédia de mistério “Gosford Park”.




JANE FONDA – 2 ÓSCARES

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©Jane Fonda, Donald Sutherland, KLUTE, Warner Bros., 1971, **I.V.

Jane Fonda é uma instituição no mundo do cinema e aos 85 anos de idade, continua a aparecer nas nossas televisões e ecrãs de cinema, nomeadamente na série de sucesso “Grace and Frankie”. Apesar da sua imagem pública problemática, como manifesta activista contra a Guerra do Vietname nos anos 70, Jane Fonda não deixou por isso de deixar a sua marca no que diz respeito a mulheres com mais vitórias nos Óscares.

Com um total de sete nomeações, Jane Fonda foi indicada pelo Óscar pela última vez em 1987, tendo previamente vencido em 1979 como Melhor Atriz pelo drama de guerra “Coming Home” (em Portugal “O Regresso dos Heróis”) e, primeiramente, em 1972, também na categoria de Melhor Atriz, por “Klute”, um triller de cortar a respiração.




CATE BLANCHETT (2 ÓSCARES) 

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Cate Blanchett em “Blue Jasmine” (2013) | © Focus Features International

Entre as mulheres com mais vitórias, encontramos um nome com hipótese de ascender, este fim de semana, ao “patamar” de três vitórias nos Óscares, partilhado atualmente apenas com quatro outras atrizes e um nome de bastidores. Cate Blanchett é, inequivocamente, um dos grandes nomes da Hollywood atual, e uma forte candidata a tornar-se a próxima atriz a conquistar o Oscar número 3.

Mas que filmes lhe deram já a vitória? Nomeada um total de sete vezes em apenas 24 anos entre nomeações, Cate Blanchett é uma das maiores certezas de Hollywood, tendo vencido em 2005, por Melhor Atriz Secundária em “O Aviador”, ao lado de Leonardo DiCaprio, e mais recentemente em 2014, como a protagonista deBlue Jasmine”, drama da autoria de Woody Allen.

Em 2023, Cate Blanchett encontra-se nomeada, novamente na categoria de Melhor Atriz, pela sua estupenda prestação como “Lydia Tár”, em “Tár”. É uma das favoritas à vitória, mas conseguirá levar a estatueta que parece prometida a Michelle Yeoh?




OLIVIA DE HAVILLAND (2 ÓSCARES) 

Olivia de Havilland
Olivia de Havilland em “E Tudo o Vento Levou”, na sua primeira nomeação ao Óscar por Melhor Atriz Secundária | © Metro-Goldwyn-Mayer (MGM)

Introduzimos o primeiro nome que já partiu nesta lista de mulheres com mais vitórias nos Óscares, Olivia de Havilland, atriz nomeada 5 vezes aos Óscares entre 1940 e 1950, numa década em que, em média, a atriz foi indicada ano sim ano não. Entre as suas vitórias contam-se o papel principal em “Lágrimas de Mãe” (conquistado em 1947) e ainda o papel central em  “A Herdeira”, passados apenas três anos, em 1950.

O grande sucesso e produção de Olivia de Havilland centrou-se mesmo nas décadas de 40 e 50, tendo a atriz perdido posteriormente parte da sua notoriedade, embora tenha trabalhado até ao final dos anos 80, tendo vindo a falecer aos 104 anos, em 2020, de causas naturais. À altura da sua morte, Olivia era a artista mais velha com um Óscar.




JESSICA LANGE (2 ÓSCARES) 

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Jessica Lange e Dustin Hoffman em “Tootsie” | © 1982 Columbia Pictures Industries, Inc. All Rights Reserved.

Uma grande vedeta de Hollywood que teve, na meia idade, a sua estrela pouco visível, isto até Ryan Murphy ter ressuscitado a sua carreira com séries como “American Horror Story” e “Feud”, a verdade é que a grande Jessica Lange foi em tempos uma gigante estrela de cinema.

Com um total de seis nomeações nos anos 80 e 90, Lange saiu vitoriosa, pela primeira vez, em 1983, pela sua prestação em “Tootsie”, num ano em que conseguiu algo bastante raro – esteve simultaneamente nomeada em duas categorias (seguia indicada também como protagonista de “Frances” e acabou por ganhar na categoria de Melhor Atriz Secundária – foi mesmo o ano de Jessica Lange).

Já a sua segunda vitória chegou em 1995, tendo sido esta também a sua última nomeação (pelo menos até agora – aos 73 anos, quiçá o futuro ainda reserve algo mais para Lange). A estatueta número dois destacou o seu trabalho como protagonista no drama romântico “Céu Azul”, ao lado de Tommy Lee Jones.




BETTE DAVIS (2 ÓSCARES)

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Bette Davis no papel …quase oscarizado. © Twentieth Century Fox

Bette Davis foi uma das maiores divas de Hollywood, e faz apenas sentido que tenha lugar nesta lista de mulheres com mais vitórias nos Óscares ao longo da sua história. Indicada a um impressionante número de 11 Óscares ao longo da sua vida, tanto na sua juventude como inclusive na casa dos 60, Bette Davis foi capaz de superar as expectativas de uma indústria que coloca demasiado peso na idade.

A sua primeira vitória chegou cedo, na sua segunda nomeação, em 1936 e como Melhor Atriz por “Mulher Perigosa”, drama romântico que protagonizou. Posteriormente, Davis voltaria a vencer como protagonista de “Jezebel”. A título de curiosidade, Spielberg comprou, como anónimo, os dois Óscares de Bette Davis, isto num leilão organizado em 2001, bem depois da morte da atriz.

Quanto aos papéis mais famosos de Davis, pelo menos nos dias de hoje, os que interpretou na meia idade, “All About Eve” e “What Ever Happened to Baby Jane?”, mereceram indicações mas não estatuetas. Quanto ao Óscar que Bette Davis perdeu por “Eva” (“All About Eve”), em 1951, continua a ser para muitos uma das mais injustas atribuições da história do cinema – não fosse o papel de Margo Channing um dos mais icónicos de sempre.




VIVIEN LEIGH (2 ÓSCARES) 

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Vivien Leigh em “E Tudo o Vento Levou” (1939) |© Warner Home Video. All rights reserved.

Entre as mulheres mais oscarizadas, encontramos Vivien Leigh, uma verdadeira lenda de Hollywood e um triunfo no período da transição para a cor. Mais conhecida pelo seu papel marcante como a protagonista Scarlett O’Hara em “E Tudo o Vento Levou”, que lhe mereceu o primeiro Oscar em 1940.

A atriz, nomeada a dois Óscares da Academia, venceu ambas as nomeações. Quanto à segunda, viria em 1952, por “Um Eléctrico Chamado Desejo “, uma vez mais na posição de protagonista. Além das suas incursões no cinema, Vivien Leigh foi também uma grande estrela do palco, interpretando várias peças de Shakespeare e outras suas contemporâneas, tanto em Nova Iorque como no seu país de origem – o Reino Unido. Inclusive, a atriz venceu até um Tony por “Tovarich” (1963).




HILARY SWANK (2 ÓSCARES)

Million Dollar Baby mulheres com mais vitórias nos Óscares
Million Dollar Baby | © 2004 Warner Bros. Entertainment Inc. All Rights Reserved.

Passando agora para as mulheres com mais vitórias nos Óscares em anos recentes, o século XXI introduziu grandes prestações por parte de Hilary Swank. Tal como a imediatamente antes apresentada Vivien Leigh, também Swank venceu todos os Óscares para os quais foi nomeada, Melhor Atriz, em 2000 e 2005, respetivamente pelas suas prestações devastadoras em “Os Rapazes Não Choram” e Million Dollar Baby – Sonhos Vencidos”.

Em anos mais recentes, foi possível vê-la na televisão, nomeadamente como protagonista do drama Alaska Daily (2022 – ).




THELMA SCHOONMAKER (3 ÓSCARES) 

Thelma Schoonmaker at an event for The 79th Annual Academy Awards (2007)
Thelma Schoonmaker, premiada nos Academy Awards (2007) |©The Oscars

Thelma Schoonmaker, editora e produtora de cinema de sucesso, é a nossa “carta fora do baralho” nesta lista, a primeira mulher oscarizada por três vezes e que não é atriz. Antes, os seus Óscares surgem a partir do seu trabalho como montadora, ou editora de filmes.

Com mais exatidão, esta montadora já conta, aos 83 anos, depois de uma longa carreira no cinema, com 8 nomeações aos Óscares. Desde “Raging Bull” que colabora com Martin Scorsese, e já foi inclusive nomeada 7 vezes pelas edições que fez para os filmes deste grande mestre da 7ª arte.

Quanto às suas vitórias, todas elas em resultado da sua colaboração vencedora com Scorsese, aconteceram em 1981, com “O Touro Enraivecido”, em 2005 com “O Aviador” e ainda em 2007 por “The Departed – Entre Inimigos”. Mais recentemente, foi indicada, em 2020, por “O Irlandês”. Mesmo na casa dos 80, esta mulher do cinema continua em altas e editará também a próxima obra de “Marty” – “Killers of the Flower Moon”.




ELIZABETH TAYLOR (3 ÓSCARES)

Elizabeth Taylor
Who’s Afraid of Virginia Woolf? | © Warner Bros.

Elizabeth Taylor, mais um nome clássico de Hollywood, integra este grupo muito restrito – o de mulheres que venceram, no decurso da sua carreira, três Óscares.

A atriz, conhecida, entre outros papéis icónicos, por dar vida a  Cleópatra no cinema, venceu o primeiro Óscar de representação em 1961 por “O Número do Amor”, e seguidamente em 1967 por “Quem Tem Medo de Virginia Woolf?“. O seu terceiro Óscar acabou por não ser entregue por representação, mas antes um reconhecimento do seu trabalho humanitário.




INGRID BERGMAN (3 ÓSCARES) 

Cinemateca
Ingrid Bergman em “Murder on the Orient Express” (1974) © EMI Film Distributors

Nascida na Suécia e com fim de vida em Londres, Ingrid Bergman é um caso raro de uma atriz que encontrou gigante sucesso tanto no cinema norte-americano como europeu.

Uma referência da época de ouro, a belíssima atriz foi nomeada a 7 Óscares e, entre estes, acumulou 3. O primeiro em 1945, por “Meia Luz”, o segundo em 1957, por “Anastasia” e o último, e terceiro mais para o final da sua carreira, em 1975, por Melhor Atriz Secundária em “Um Crime no Expresso do Oriente”. A sua última nomeação viria por “Höstsonaten”, um filme realizado pelo conceituado Ingmar Bergman. Morreria precocemente aos 67 anos, vítima de cancro.

Até à vitória de Alicia Vikander em 2016, Ingrid Bergman foi, durante muitos anos, a única atriz sueca a ganhar um Óscar de representação.




MERYL STREEP (3 ÓSCARES)

Escolha de Sofia
Meyl Streep em “A Escolha de Sofia” | © 1982 – Universal Pictures. All rights reserved.

Meryl Streep, considerada por muitos a atriz entre as atrizes, especialmente se falarmos de atrizes vivas, pode até não ser a mulher com mais vitórias nos Óscares, mas é, de longe, aquela que conquistou mais nomeações. Ao todo, foram já 21 indicações a estatuetas douradas.

Entre as mais que frequentes indicações de Streep, contam-se um total de 3 vitórias – pouco em comparação com o número de nomeações, mas sem dúvida muito se olharmos para a quantidade de outras atrizes (e outras mulheres na indústria) que partilham este feito.

A primeira vitória de Streep ocorreu logo à segunda nomeação, em 1980, por “Kramer vs. Kramer”, por Melhor Atriz Secundária. O segundo Óscar não tardou, tendo chegado passados apenas três anos. Desta vez, Meryl Strep venceu como protagonista do drama “A Escolha de Sofia”. Treze nomeações e quase trinta anos depois, Streep chegaria ao terceiro Óscar com o seu papel principal em “A Dama de Ferro”. Desde então, Meryl Streep já acumulou mais 4 indicações, a última em 2018.




FRANCES McDORMAND – 4 ÓSCARES 

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Frances McDormand em “Fargo ” (1996) |©Twentieth Century Fox

Continuamos no presente para falar de uma adição recente ao muito restrito clube das mulheres vencedoras de um total de quatro estatuetas douradas. Em embora Katharine Hepburn mantenha o recorde para maior número de Óscares de representação, McDormand iguala o seu número de vitórias ao ter conquistado um Óscar também no campo da produção.

Ao todo, Frances McDormand, uma das atrizes mais marcantes do cinema norte-americano, conta com um total de 8 nomeações e vitórias, entre produção e representação. Primeiramente oscarizada pelo seu papel icónico em “Fargo”, co-realizado pelo seu agora marido Joel Coen, no ano de 1997, desde então McDormand tem-se vindo a consolidar como uma das não-vedetas mais talentosas de Hollywood.

Livre de pretensão e apenas “feliz por ter trabalho”, a atriz, que soma agora 65 primaveras, venceu o seu segundo Óscar de representação em 2018 por “Três Cartazes à Beira da Estrada”, num papel que lhe assentou que nem uma luva, repleto de drama e comédia negra.

Passados apenas três anos, em 2021, McDormand venceu o Óscar de produção por “Nomadland” e tornou-se a primeira atriz nomeada para representação e produção pelo mesmo filme. Contudo, a grande surpresa foi ter vencido também a estatueta de Melhor Atriz, tão poucos anos depois de “Três Cartazes”. Assim se tornou uma das atrizes mais oscarizadas da história do cinema. Em 2023, compete como produtora de “Women Talking”, um dos nomeados a Melhor Filme.




KATHARINE HEPBURN (4 ÓSCARES) 

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Jane Fonda e Katharine Hepburn em “On Golden Pond” | © Universal Pictures

E embora Frances McDormand tenha conseguido igualar o número de Óscares vencidos por Katharine Hepburn, esta vedeta do cinema clássico norte-americano continua a ser a atriz mais galardoada com estatuetas para representação – ao total, foram quatro. Aliás, não só é a atriz mais galardoada, como a pessoa mais premiada, pois nenhum ator, no masculino, conseguiu igualar as suas premiações.

Em 1934, Katharine venceu o seu primeiro Óscar aos 27 anos, como protagonista do filme “Glória de um Dia”. Esta havia sido também a sua primeira nomeação. Nove nomeações e várias décadas depois, a atriz voltou a vencer em 1968 pela comédia dramática “Adivinha Quem Vem Jantar”, uma vez mais como protagonista – Hepburn foi sempre nomeada para a categoria de Melhor Atriz, ao longo das 12 nomeações da sua carreira.

Passado apenas um ano, em 1969, Hepburn venceu um Óscar a meias com Barbra Streisand, desta vez pelo drama histórico “O Leão no Inverno”. Neste ano fez história, ao tornar-se apenas a terceira artista a vencer em anos consecutivos, e a primeira a vencer três Óscares por papéis de protagonista.

O último Óscar viria já na última década da sua carreira, pois apenas viesse a morrer em 2003, aos 96 anos, Hepburn acabou por se reformar nos anos 90. Foi então em 1982 que levou a sua última estatueta de Melhor Atriz pelo drama “A Casa do Lago” (ou “On Golden Pond”).

Curiosamente, como a atriz mais galardoada de sempre, Hepburn nunca recebeu um dos seus Óscares em palco. Mas, contrariamente às más línguas populares, também não os recusou.




Antes de revelarmos a mulher com mais vitórias nos Óscares, tempo para algumas menções honrosas. Com duas vitórias nos Óscares, e não mencionadas neste artigo, contam-se ainda Renée Zellweger, Glenda Jackson, Shelley Winters, Jodie Foster, Dianne Wiest, Sally Field e Luise Rainer.

MULHERES COM MAIS VITÓRIAS  – EDITH HEAD (8 ÓSCARES) 

Edith Head - mulheres com mais vitórias nos Óscares
Edith Head C. 1951 © 1978 Bud Fraker

Curiosamente, e apesar das atrizes dominarem esta lista de mulheres com mais vitórias nos Óscares, não é que a mulher mais premiada da história dos Óscares era antes uma directora de guarda-roupa, conhecida pelas suas maravilhosas criações para a Paramount, entre elas trajes vitorianos, roupas para filmes da Audrey Hepburn e muito mais. Nascida em 1897 e falecida em 1981, Edith Head teve uma carreira longa em Hollywood, e manteve-se bem ocupada.

Ao todo, foi nomeada aos Óscares um impressionante total de 35 vezes (!). A sua primeira vitória aconteceu no ano de 1950, pelo drama de época “A Herdeira”. Alguns dos seus mais célebres trabalhos de guarda-roupa oscarizados incluíram “Férias em Roma”  (“Roman Holiday”) (1954), “Sabrina” (1955) ou, por último, “A Golpada” (em 1973).

O legado de Edith Head em Hollywood tem incríque jvel longevidade, e acredita-se inclusive que a personagem Edna Moda tenha sido inspirada na designer, da sua personalidade, voz, até ao seu aspeto físico.

Conheces o trabalho de todas estas grandes artistas vencedoras do maior número de Óscares na história de Hollywood? 

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