Emma Watson e Dan Stevens são "A Bela e o Monstro" de carne e osso | © NOS Audiovisuais

TOP Disney Adaptações Live-Action | 5. A Bela e o Monstro

                   

Inspirado no clássico de 1991, A Bela e o Monstro é já um dos live-action mais primorosos e detalhados do universo da Disney.

Bela, uma jovem brilhante, bonita e independente, é aprisionada por um Monstro no seu castelo enfeitiçado. Apesar dos seus receios, torna-se amiga dos empregados encantados do castelo e consegue ver para além do terrível exterior do Monstro quando começa a conhecer a alma e o coração do verdadeiro Príncipe que vive no seu interior.

Chegando com facilidade a miúdos e graúdos, A Bela e o Monstro homenageia fielmente a versão original, enquanto se ajusta à cultura e preconceitos do século vinte e um.

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Se, por um lado, é o primeiro filme da Disney com uma personagem LGBT, o Lefou, por outro lado, é carregado de sentimento e emoção, que cativam o espectador desde os primeiros momentos. Sendo reconhecido como o 13º filme mais dispendioso de sempre (225 milhões de euros), A Bela e o Monstro pode ser apreciado pelo seu elenco e visual brilhantes, pelos valores adjacentes na produção e pelas partituras musicais e canções de encantar.

A Bela e o Monstro

Em paralelo, a diversão não é colocada de lado! Exemplo disso são os momentos de festança do Gaston e a guerrilha animosa entre a mobília do castelo encantado e os aldeões assustados com o Monstro. Também há que salientar a profundidade da história. Não é só o Monstro a apresentar um passado turbulento e de perda, como a própria mãe da Bela foi vítima duma das piores intempéries da época… Este é um dos pormenores que mais contrasta com a versão animada, que pouco adianta sobre os seus passados.

Podíamos ficar aqui a debater uma data de características acerca de “A Bela e o Monstro”, como a presença da feiticeira, os amuletos mágicos e demais diferenças para com a versão original, mas a melhor opção será mesmo ver e rever esta adaptação admirável.

 

                   

Luis Telles do Amaral

Escritor de O Diário da Pandemia, administrador do blogue Para Lá da Kapa e a licenciar-se em Microbiologia. Considero-me um devorador de livros nato e fã assíduo do grande ecrã.

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